Libertinos

A Confissão uma história real

Confissão erótico 57366

Pedro é separado e um tipo muito safado, que sabe cantar as mulheres de uma forma sutil e eficaz, de um jeito que mexe com a gente, e mexeu muito comigo. Contando tudo isso ao meu marido e sempre pedindo desculpa, ele pediu para esquecer o sentimento de culpa e concentrar no relato, e me perguntou se na nossa ultima transa eu pensei no Carlos. A essas altura, ja estava bem solta em contar tudo ao maridinho, que ja acariciava o pau. O tempo todo, fechava os olhos para imaginar que era o Carlos me comendo amor. Fazendo aquela carinha de menina que esper Com o passar das semanas Pedro era cada dia mais ousado, suas cantadas eram quentes, e eu totalmente entregue, parecia uma adolescente apaixonada com todos os sintomas. Me pediu para colocar a lingerie que usei esitei, por que ainda nao tinha nen lavado roupa, ela ainda estava no sesto do banheiro, mas ele insistiu, quando voltei para o quarto vestida só com a lingerie que usei com Carlos.

No início ela se apaixonou pelo caralho de um colega e depois… Eu tinha vinte e oito anos, e cinco anos antes eu saí da minha cidade natal para encontrar um emprego em uma grande metrópole do Brasil. Assim, ele foi muitas vezes transferido por um lado e o outro do País e eu vivia pela maior parte do tempo sozinha, dispersa naquela grande cidade. Desde quando fui contratada, passaram cinco longos anos, os fatos de encontros semanais e as vezes quinzenais, com Francisco. Aqui, no entanto, gostaria de começar a história a partir de cinco anos antes. Eu, meu nome é Ana e sou magra fisicamente, mas com as formas no lugar certo, loira com cabelo curto, uma bela bunda e pernas bonitas também. Olhos claros e um rosto muito feminino. Ele estava vestindo calça jeans que se tornava quase branca naquele ponto. Ele olhou para ela com curiosidade, inacreditavelmente surpreso, perguntou-lhe o que diabos ela estava fazendo e ela sorriu e disse que estava apenas brincando. Por exemplo, uma vez eu tive que fazer um trabalho no primeiro andarilhar, sentei-me à mesa em frente dele e, em seguida, à mesinha com o PC.

Próprio assim, exatamente estamos carentes de estudos populacionais sobre a violência baseada em natureza no país, benefício quanto de pesquisas operacionais nos serviços. Sem estes estudos ficamos impossibilitados de ter um preferível consciência sobre leste maravilha e suas conseqüências. Existe uma maior ocorrência e visibilidade para as violências físicas, tipificadas criminalmente por lesões corporais. Ouvir as demandas relacionadas às violências significa ouvir as vítimas e isto é largamente complicado. E também é existir cônscio da vida do quesito e poderio perguntar sobre ele, no momento apropriado e sem constrangimentos. Por outro lado, para que nós profissionais possamos calcular ou identificar as formas de violência conjugal, precisamos de instrumentos diagnósticos.

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